Eight shifts shaping safer and more sustainable organizations

Learn how leading organizations are reducing safety risk and improving performance by embedding safety into leadership behavior, decision environments, and daily operations.
March 19, 2026
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Team of six professionals collaborating around a large interactive table displaying charts on safety, quality, and sustainability with a cityscape view in the background.
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Across industries, safety is undergoing a structural shift. What was once managed primarily as a compliance function or performance metricis increasingly understood as a reflection of how organizations are designed, led and continuously improved.

In complex and high-risk environments, safety is notachieved through stronger enforcement or additional programs alone. It emerges from the interaction between leadership behavior, operational design, decision environments and the organization’s capacity to learn and adapt.

Drawing on global safety science, Human & Organizational Performance (HOP), research on psychological safety, and our cross-industry transformation experience, eight key shifts are shaping the next evolution of safety culture.

 

1. Safety as a Core Organizational Value

Safety is moving beyond being treated as a shifting priority. Priorities compete. Values guide.

When safety becomes a core organizational value, it shapes decision-making, trade-offs under pressure, operational planning and resourceallocation. Safety becomes the natural consequence of how the system operates,rather than a campaign layered on top of production.

This shift also redefines the role of safety functions, from compliance policing to enabling safe and sustainable performance.

 

2. Learning as an Operating Discipline

Organizations are embedding continuous learning into everyday operations. Rather than focusing only on what failed, they exploreweak signals, near misses, operational friction and successful adaptations.

Learning becomes a core capability, accelerating insight, strengthening resilience and improving decision quality.

 

3. Leadership Ownership at All Levels

Safety culture is increasingly recognized as a leadership capability, not solely an HSE responsibility.

Executives define direction and tone.
Middle managers translate expectations into operational decisions.
Supervisors shape the daily decision environment.

Successful organizations translate safety expectations into concrete leadership behaviors and daily routines, creating clarity and alignment across levels.

 

4. Psychological Safety as Infrastructure

A strong safety culture depends on speaking-up environments.

When employees feel psychologically safe, weak signals surface earlier, risk trade-offs are openly discussed and learning accelerates.

Psychological safety is operational infrastructure , not a soft topic.
 

5. Amplifying What Works

There is growing recognition that most work is completed safely, often under variable conditions.

Studying success reveals adaptive capacity and strengthens resilience. This complements traditional incident analysis by reinforcing expertise and confidence.
 

6. Aligning Work-as-Imagined and Work-as-Done

Procedures and plans rarely capture operational complexity perfectly.

Leading organizations reduce the gap between policies and operational reality by inviting front line input and empowering stop-work authority.

The goal is better alignment between design and execution.

 

7. Designing for Human Decision-Making

Incidents often stem from predictable cognitive biases such as normalization of deviance, production bias, overconfidence and hindsight bias.

Recognizing these decision traps shifts focus from blaming individuals to strengthening decision environments.
 

8. Cultural Evolution as a Long-Term Capability

Sustainable safety culture requires integration rather than reinvention, structured capability journeys rather than one-off programs, and measurable behavioral impact rather than activity metrics.

Organizations that succeed:
  • Integrate safety into existing leadership and operational systems
  • Design earning journeys that support day-to-day application
  • Measure behavioral change and operational outcomes
  • Reinforce progress consistently over time
Cultural evolution is a sustained commitment to system alignment and capability building.
 

Conclusion

The evolution of safety culture is less about adding controls and more about strengthening systems.
Safety is something organizations produce — through leadership clarity, operational design, psychological safety and continuous learning.
Those who embed these capabilities consistently will not only reduce risk. They will build more resilient, sustainable and high-performing organizations.

Sources & references:

  • WorldSteel Association. Safety Culture & Leadership Fundamentals.
  • Norsk Industri (2025). Safety Leadership and Learning: A Practical Guide to HOP.
  • D. Parker et al. / Safety Science 44 (2006). Development of Organisational Safety Culture
  • Hollnagel, E. (2014). Safety-I and Safety-II: The Past and Future of Safety Management.
  • Hollnagel, E. (2018). Safety-II in Practice: Developing the Resilience Potentials.
  • Conklin, T. (2012). Pre-Accident Investigations: An Introduction to Organizational Safety.
  • Edmondson, A. (2018). The Fearless Organizations
  • Reason, J. (1997). Managing the Risks of Organizational Accidents.
  • Resilience Engineering research (Hollnagel,Woods, Leveson and others).

Learn how to design conversations that actually move decisions forward.
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March 20, 2026
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O que funciona (e o que não funciona) em transformações e mudança cultural (PT)
Como liderar uma mudança cultural real na sua organização: insights práticos, erros comuns e uma abordagem comprovada para alinhar estratégia, liderança e comportamentos rumo a resultados sustentáveis.

É possível mudar a cultura de uma organização?

Hoje em dia, poucas organizações não estão envolvidas em um (ou vários) processos de transformação cultural. Novas formas de trabalhar em organizações mais horizontais e adaptativas, melhorias na cultura de segurança, orientação ao cliente, transformações nas áreas comerciais e excelência operacional, entre outros.

E é aqui que surge uma das grandes perguntas:

É possível mudar a cultura de uma organização? E, se sim, como fazer isso?

Para ajudar a responder a essas perguntas—frequentes entre nossos clientes e amplamente discutidas—gostaria de compartilhar o que aprendemos na BTS ao longo dos últimos 38 anos sobre o que funciona e o que não funciona (até agora, pois em transformação cultural estamos sempre aprendendo).

A boa notícia é que a resposta é sim.

A dificuldade está na segunda pergunta: como fazer isso?

Um projeto? Uma iniciativa?

Um ponto importante é que a transformação cultural não é um projeto com início e fim, mas sim um processo contínuo e em evolução. Isso muitas vezes gera tensão em organizações acostumadas a uma lógica de projetos.

O que é crítico e frequentemente ignorado?

Existem elementos que, quando considerados e aplicados corretamente, tornam a transformação muito mais eficaz. No entanto, muitas vezes são ignorados.

Esses elementos são:

  • Envolver as pessoas. Quanto maior o envolvimento em todos os níveis, maior a probabilidade de implementação das mudanças.
  • Tornar a mudança tangível e vivida no dia a dia, conectando teoria e prática. Transparência é fundamental.
  • Toda mudança tem impactos positivos e negativos — ambos devem ser comunicados com clareza.
  • Mudança cultural exige tempo e transformação de mindsets e estruturas organizacionais.
  • A cultura deve estar conectada à estratégia.

Como estruturamos a transformação cultural?

Nosso modelo se baseia em quatro etapas: definir resultados, criar líderes de mudança, incorporar mudanças e sustentar novas formas de trabalho.

1. Definir resultados

O primeiro passo é estabelecer resultados claros e alinhamento executivo. É necessário conectar propósito, visão e objetivos organizacionais.

Ações:

  • Coleta de dados (entrevistas, focus groups, visitas)
  • Diagnósticos culturais
  • Definição de expectativas (Leadership Profiles

2. Criar líderes de mudança

Todos os líderes devem atuar como agentes de mudança. É fundamental engajá-los emocional e racionalmente.

Ações:

  • Programas de liderança
  • Playbooks
  • Feedback contínuo

3. Incorporar mudanças

É essencial transformar mentalidades e sistemas organizacionais.

Ações:

  • Coaching
  • Sprints culturais
  • Cascata organizacional
  • Avaliações comportamentais

4. Sustentar o novo modelo

Garantir continuidade através de redes, dados e suporte contínuo.

Ações:

  • Integração com processos de talento
  • Uso de IA no dia a dia
  • Monitoramento da transformação
  • Comunidades de prática

A importância de ser paciente e impaciente ao mesmo tempo

Transformações culturais são complexas e não têm fórmula única.

Ser estrategicamente paciente e taticamente ágil é essencial para ajustar e evoluir continuamente.

Esse equilíbrio permite transformar a jornada em algo positivo e sustentável.

Este é apenas um resumo.

Se quiser aprofundar com exemplos e práticas:

Baixe o PDF completo e acesse todo o conteúdo.

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March 20, 2026
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Cosa funziona (e cosa no) nelle trasformazioni e nei cambiamenti culturali (IT)
Come guidare un vero cambiamento culturale nella tua organizzazione: insight pratici, errori comuni e un approccio collaudato per allineare strategia, leadership e comportamenti verso risultati sostenibili.

Si può cambiare la cultura di un’organizzazione?

Oggi, poche organizzazioni non sono immerse in uno (o più) processi di trasformazione culturale. Nuovi modi di lavorare in organizzazioni più piatte e adattive, miglioramenti nella cultura della sicurezza, orientamento al cliente, trasformazioni delle aree commerciali e miglioramento dell’eccellenza operativa, per citarne alcuni.

Ed è qui che nasce una delle grandi domande:

Si può cambiare la cultura di un’organizzazione? E, se sì, come si fa?

Per aiutare a rispondere a queste domande—che i nostri clienti ci pongono spesso e su cui esiste molta letteratura—vorrei condividere ciò che in BTS abbiamo imparato negli ultimi 38 anni su ciò che funziona e ciò che non funziona (finora, perché nel cambiamento culturale non si smette mai di imparare).

La buona notizia è che la risposta alla domanda se si possa cambiare la cultura di un’organizzazione è sì.

La difficoltà sta nel rispondere alla seconda: come si fa?

Un progetto? Un’iniziativa?

Un aspetto importante da considerare è che i processi di cambiamento o trasformazione culturale non sono progetti con un inizio e una fine; sono processi in continua evoluzione. Questo spesso genera tensione nelle organizzazioni abituate a un approccio basato sui progetti.

Cosa è critico e spesso viene ignorato?

Esistono diversi elementi che, se considerati e utilizzati correttamente, rendono gli sforzi di trasformazione molto più efficaci. Purtroppo, spesso vengono ignorati.

Questi elementi critici sono:

  • Coinvolgere le persone. Più le persone (a tutti i livelli) sono coinvolte nella trasformazione, maggiori sono le probabilità che implementino i cambiamenti richiesti.
  • Per comprendere il cambiamento, bisogna renderlo tangibile e sperimentarlo. Ciò significa collegare il quadro teorico alle azioni quotidiane. Spiegare il quadro completo con trasparenza è fondamentale.
  • Tutti i cambiamenti portano aspetti positivi, ma anche impatti negativi. Spiegare il quadro completo con trasparenza è fondamentale.
  • Cambiare la cultura richiede tempo e implica identificare e modificare i “mindset” e le strutture quotidiane (simboli) che definiscono come si fanno le cose nell’organizzazione.
  • La cultura deve essere fortemente connessa alla strategia.

Come consigliamo di strutturare i processi di cambiamento culturale?

Il nostro approccio si compone di quattro fasi: definire i risultati, creare leader del cambiamento, incorporare i cambiamenti chiave e sostenere i nuovi modi di lavorare.

1. Definire i risultati

Il primo passo in qualsiasi processo di trasformazione è stabilire risultati chiari. È fondamentale identificare i driver della trasformazione e definire i risultati desiderati in modo da ottenere un vero allineamento a livello esecutivo. Man mano che si procede, è necessario collegare lo scopo e la visione, comprendendo da dove si viene, dove si è e dove si vuole andare. Inoltre, è essenziale collegare la trasformazione agli obiettivi organizzativi.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Raccolta di informazioni (interviste, focus group, visite operative, …)
  • Diagnosi culturali
  • Definizione delle aspettative (Leadership Profiles

2. Creare leader del cambiamento

In BTS crediamo che tutti i leader siano anche leader del cambiamento. Adottare una mentalità da “leader del cambiamento” richiede che i leader sperimentino e vedano ciò che ci si aspetta da loro. Fin dall’inizio è fondamentale promuovere l’azione attraverso il “lavoro reale”, come stabilire nuove priorità e comunicare in modo trasparente ed efficace.

I leader devono essere coinvolti (emotivamente e razionalmente) nel cambiamento e devono capire come possono influenzare la cultura attraverso azioni concrete quotidiane.

Infine, è necessario fornire supporto continuo per i cambiamenti più difficili di mentalità e comportamento e raccogliere feedback su ciò che funziona e ciò che non funziona in questa fase.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Sviluppo di playbook per ruoli critici
  • Implementazione di programmi di leadership e cambiamento
  • Feedback loops con i livelli esecutivi

3. Incorporare i cambiamenti chiave

Per ottenere un cambiamento significativo, è essenziale identificare i modelli mentali attuali e introdurne di nuovi che supportino lo stato desiderato. Creare routine e simboli che rafforzino il cambiamento, così come identificare processi, pratiche, eventi o norme ancorate ai vecchi modi di lavorare, è fondamentale.

Co-creare nuovi modi di lavorare per un’attivazione immediata aiuta a consolidare questi cambiamenti. Con il progresso, modificare sistemi e processi che supportano e rafforzano i cambiamenti è essenziale per il successo a lungo termine.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Coaching per leader
  • Cultural sprints
  • Cascading del cambiamento nell’organizzazione
  • Assessment per misurare i cambiamenti comportamentali

4. Sostenere i nuovi modi di lavorare

Il cambiamento non è solo uno sforzo individuale, ma anche un fenomeno sociale. Per questo è necessario creare reti sociali che supportino i cambiamenti di mentalità e comportamento. Interventi con supporto individuale per ruoli critici e momenti specifici, così come l’integrazione dei nuovi modi di lavorare, garantiscono la continuità del cambiamento.

Infine, è necessario utilizzare i dati per analizzare ciò che funziona e ciò che non funziona, permettendo di definire nuove azioni e interventi.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Integrazione dei playbook nel ciclo di talent management
  • Pratica dei nuovi comportamenti con bot basati su IA
  • Creazione di un ufficio per monitorare il cambiamento e definire nuove azioni
  • Creazione e lancio di Comunità di Pratica (CoP)

L’importanza di essere pazienti e impazienti allo stesso tempo

I processi di trasformazione culturale sono tra i più complessi, poiché non esiste una ricetta unica.

Essere strategicamente pazienti (con risultati chiari ed evitando cambiamenti erratici), ma tatticamente impazienti (agendo nelle fasi descritte e adattando in base a ciò che funziona e ciò che non funziona) è fondamentale.

Questo approccio permette di trasformare questi percorsi in esperienze arricchenti per l’organizzazione, e non in processi dolorosi che lasciano cicatrici nella memoria collettiva.

Questo è solo un riassunto.

Se vuoi approfondire l’approccio completo, esempi e chiavi pratiche:

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March 20, 2026
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What works (and what does not) in transformations and cultural change (EN)
How to lead real cultural change in your organization: practical insights, common pitfalls, and a proven approach to align strategy, leadership, and behaviors toward sustainable results.

Can an organization’s culture be changed?

Nowadays, there are few organizations that are not immersed in one (or several) cultural transformation processes. New ways of working in flatter and more adaptive organizations, improvements in safety culture, customer-centric transformations, changes in commercial areas, and improvements in operational excellence, to name a few.

And this is where one of the big questions arises:

Can an organization’s culture be changed? And if so, how is it done?

To help answer these questions—often asked by our clients and widely discussed—I would like to share what we at BTS have learned over the past 38 years about what works and what doesn’t (so far, since in cultural transformation one never stops learning).

The good news is that the answer to whether an organization’s culture can be changed is yes.

The difficulty comes in answering the second: how is it done?

A project? An initiative?

An important point to consider is that cultural change or transformation processes are not projects with a beginning and an end; they are ongoing, evolving processes. This often creates tension in organizations that are used to a project-based approach.

What is critical and often overlooked?

There are several elements that, if considered and properly used, will make transformation efforts much more effective. Unfortunately, they are often overlooked.

These critical elements are:
  • Involve people. The more individuals (at all levels) are engaged in the transformation, the higher the likelihood that they will implement the required changes.
  • To understand change, it must be made tangible and experienced. This means connecting the theoretical framework with day-to-day actions. Explaining the full picture with transparency is key.
  • All changes bring positive aspects, but also negative impacts. Explaining the full picture with transparency is key.
  • Changing culture takes time and requires identifying and shifting mindsets and daily structures (symbols) that define how things are done in the organization.
  • Culture must be strongly connected to strategy.

How do we recommend structuring cultural change processes?

Our approach consists of four stages: setting outcomes, creating change leaders, embedding key changes, and sustaining new ways of working.

1. Set outcomes

The first step in any transformation process is to establish clear outcomes. It is crucial to identify the drivers of the transformation and define the desired results in a way that achieves true executive alignment. As you move forward, you must connect the dots between purpose and vision, understanding where you come from, where you are, and where you want to go. Additionally, it is essential to link the transformation to organizational goals.

Some relevant actions in this phase are:

  • Information gathering (interviews, focus groups, operational visits, …)
  • Cultural diagnostics
  • Definition of expectations (Leadership Profiles

2. Create change leaders

At BTS, we believe that all leaders are also change leaders. Adopting a “change leader” mindset requires leaders to experience and see what is expected of them. From the outset, it is vital to drive action through ‘real work’, such as setting new priorities and communicating transparently and effectively.

Leaders must be engaged (emotionally and rationally) in the change and shown how they can impact culture through concrete day-to-day actions.

Finally, it is necessary to provide ongoing support for the most challenging mindset and behavior changes and gather feedback on what works and what doesn’t at this stage.

Some relevant actions in this phase are:

  • Development of playbooks for critical roles
  • Deployment of leadership and change programs
  • Feedback loops with executive levels

3. Embed key changes

To achieve meaningful change, it is essential to identify current mindsets and introduce new ones that support the desired state. Creating routines and symbols that reinforce change, as well as identifying processes, practices, events, or norms anchored in old ways of working, is crucial.

Co-creating new ways of working for immediate activation helps cement these changes. As progress is made, changing the systems and processes that support and reinforce key changes is essential for long-term success.

Some relevant actions in this phase are:

  • Coaching for leaders
  • Running cultural sprints
  • Cascading the change across the organization
  • Assessments to measure behavior changes

4. Sustain new ways of working

Change is not only an individual effort but also a social phenomenon. Therefore, it is necessary to provide the social networks needed to support mindset and behavior changes. Intervening with individual support for critical roles and specific periods, as well as embedding new ways of working, ensures the continuity of change.

Finally, data must be used to analyze what works and what doesn’t, enabling the creation of the next set of interventions and necessary support.

Some relevant actions in this phase are:

  • Integration of playbooks into the organization’s talent cycle
  • Practice of new behaviors in daily work with AI-powered bots
  • Design of an office to monitor change and define new actions
  • Design and launch of Communities of Practice (CoP)

The importance of being patient and impatient at the same time

Cultural transformation processes are among the most challenging elements, as there is never a single recipe.

Being strategically patient (with clear desired outcomes and avoiding erratic changes), but tactically impatient (taking action in the phases outlined above and observing what works and what doesn’t, in order to pivot and adjust) is key in transformation processes.

The 4-phase approach helps achieve this, enabling these journeys to become an enriching experience for the organization, rather than a painful one that leaves scars in the collective memory.

This is just a summary.

If you want to dive deeper into the full approach, examples, and practical insights:

Download the full PDF and access all the content.

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Insights
May 20, 2026
5
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El mayor error en los programas de ventas: entrenar capacidades sin cambiar la cultura (MX)
¿Por qué fracasan muchos programas de ventas? Descubre cómo la cultura comercial, el liderazgo y seis pilares clave determinan si las nuevas capacidades realmente se sostienen en el tiempo.

Hace unos meses terminé una sesión con un equipo de ejecutivos comerciales de una institución financiera mediana. Dos días intensos: cómo prospectar, cómo estructurar conversaciones centradas en el cliente, cómo crear valor en cada interacción. El grupo salió inspirado del taller.

Tres semanas después le pregunté a uno de los mejores participantes sobre cómo le había ido aplicando las nuevas herramientas. Me miró un segundo y me dijo, con total honestidad:

“La verdad... la semana siguiente fue igual que siempre, volví al viejo sistema”

El entrenamiento de capacidades es  necesario. Pero sin una cultura comercial que lo sostenga, es un esfuerzo poco  rentable para las empresas.

 

1.   Las capacidades sin contexto no sobreviven al día a día

Un ejecutivo de ventas puede salir de un taller sabiendo exactamente qué preguntar, cómo estructurar una conversación de valor, cómo posicionarse como asesor estratégico en lugar de vendedor de productos. La semana siguiente, el peso de las métricas de corto plazo, la presión por resultados y las urgencias del día a día terminan arrastrándolos de vuelta a la rutina de siempre.

McKinsey (2024) encontró que más del 70% de las iniciativas de transformación comercial no logran sus objetivos — y la principal causa no es el diseño del programa, sino la falta de condiciones organizacionales para sostener los nuevos comportamientos.

El problema no es el taller. Es lo que existe o no existe en la realidad de la estructura comercial.

2.   El cambio requiere alinear seis pilares

Lo que diferencia a las empresas que realmente transforman su modelo comercial de las que solo capacitan, está relacionado con seis pilares que operan simultáneamente.

1.    Patrocinio de la alta dirección que empodera en lugar de solo exigir

2.    Disciplina en gestión de cuentas/clientes estratégicos, con metodología y seguimiento

3.    Conversaciones centradas en el cliente, no en el portafolio de productos

4.    Cada interacción con relevancia estratégica, preparadapara crear valor medible

5.    Nuevos comportamientos integrados al ritmo operativodiario y la cadencia del negocio

6.    Líderes comerciales presentes que sostienen la cultura, no solo la expresan

Cuando falta uno, los demás no escalan y terminan provocando un círculo vicioso.

3.   El liderazgo que sostiene vale más que el que exige

El patrocinio de la alta dirección y la presencia de los líderes comerciales sonlos pilares que más frecuentemente fallan. No porque los líderes no crean en el cambio, sino porque el día a día los jala de vuelta a revisar resultados, no a construir comportamientos.

Gartner (2024) señala que los equipos comerciales cuyos líderes hacen coaching activo y visible tienen hasta un 28% mayor probabilidad de adoptar nuevos comportamientos de manera sostenida.

El entrenamiento define el rumbo y entrega el mapa; el liderazgo es lo que realmente ayuda a navegar y sostener el cambio.

Conclusión

Si tu empresa está invirtiendo en transformar la forma en que sus equipos comerciales se relacionan con los clientes, la pregunta ya no es si el entrenamiento funciona. La verdadera pregunta es: ¿qué tan preparada está la organización para sostener el cambio?

Porque el talento existe. Las habilidades se desarrollan. Pero la cultura no se improvisa; se construye todos los días, con liderazgo, alineación y consistencia.

 

¿Cuál de estos seis pilares es hoy el más débil en tu organización?

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Insights
March 20, 2026
5
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O que funciona (e o que não funciona) em transformações e mudança cultural (PT)
Como liderar uma mudança cultural real na sua organização: insights práticos, erros comuns e uma abordagem comprovada para alinhar estratégia, liderança e comportamentos rumo a resultados sustentáveis.

É possível mudar a cultura de uma organização?

Hoje em dia, poucas organizações não estão envolvidas em um (ou vários) processos de transformação cultural. Novas formas de trabalhar em organizações mais horizontais e adaptativas, melhorias na cultura de segurança, orientação ao cliente, transformações nas áreas comerciais e excelência operacional, entre outros.

E é aqui que surge uma das grandes perguntas:

É possível mudar a cultura de uma organização? E, se sim, como fazer isso?

Para ajudar a responder a essas perguntas—frequentes entre nossos clientes e amplamente discutidas—gostaria de compartilhar o que aprendemos na BTS ao longo dos últimos 38 anos sobre o que funciona e o que não funciona (até agora, pois em transformação cultural estamos sempre aprendendo).

A boa notícia é que a resposta é sim.

A dificuldade está na segunda pergunta: como fazer isso?

Um projeto? Uma iniciativa?

Um ponto importante é que a transformação cultural não é um projeto com início e fim, mas sim um processo contínuo e em evolução. Isso muitas vezes gera tensão em organizações acostumadas a uma lógica de projetos.

O que é crítico e frequentemente ignorado?

Existem elementos que, quando considerados e aplicados corretamente, tornam a transformação muito mais eficaz. No entanto, muitas vezes são ignorados.

Esses elementos são:

  • Envolver as pessoas. Quanto maior o envolvimento em todos os níveis, maior a probabilidade de implementação das mudanças.
  • Tornar a mudança tangível e vivida no dia a dia, conectando teoria e prática. Transparência é fundamental.
  • Toda mudança tem impactos positivos e negativos — ambos devem ser comunicados com clareza.
  • Mudança cultural exige tempo e transformação de mindsets e estruturas organizacionais.
  • A cultura deve estar conectada à estratégia.

Como estruturamos a transformação cultural?

Nosso modelo se baseia em quatro etapas: definir resultados, criar líderes de mudança, incorporar mudanças e sustentar novas formas de trabalho.

1. Definir resultados

O primeiro passo é estabelecer resultados claros e alinhamento executivo. É necessário conectar propósito, visão e objetivos organizacionais.

Ações:

  • Coleta de dados (entrevistas, focus groups, visitas)
  • Diagnósticos culturais
  • Definição de expectativas (Leadership Profiles

2. Criar líderes de mudança

Todos os líderes devem atuar como agentes de mudança. É fundamental engajá-los emocional e racionalmente.

Ações:

  • Programas de liderança
  • Playbooks
  • Feedback contínuo

3. Incorporar mudanças

É essencial transformar mentalidades e sistemas organizacionais.

Ações:

  • Coaching
  • Sprints culturais
  • Cascata organizacional
  • Avaliações comportamentais

4. Sustentar o novo modelo

Garantir continuidade através de redes, dados e suporte contínuo.

Ações:

  • Integração com processos de talento
  • Uso de IA no dia a dia
  • Monitoramento da transformação
  • Comunidades de prática

A importância de ser paciente e impaciente ao mesmo tempo

Transformações culturais são complexas e não têm fórmula única.

Ser estrategicamente paciente e taticamente ágil é essencial para ajustar e evoluir continuamente.

Esse equilíbrio permite transformar a jornada em algo positivo e sustentável.

Este é apenas um resumo.

Se quiser aprofundar com exemplos e práticas:

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March 20, 2026
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Cosa funziona (e cosa no) nelle trasformazioni e nei cambiamenti culturali (IT)
Come guidare un vero cambiamento culturale nella tua organizzazione: insight pratici, errori comuni e un approccio collaudato per allineare strategia, leadership e comportamenti verso risultati sostenibili.

Si può cambiare la cultura di un’organizzazione?

Oggi, poche organizzazioni non sono immerse in uno (o più) processi di trasformazione culturale. Nuovi modi di lavorare in organizzazioni più piatte e adattive, miglioramenti nella cultura della sicurezza, orientamento al cliente, trasformazioni delle aree commerciali e miglioramento dell’eccellenza operativa, per citarne alcuni.

Ed è qui che nasce una delle grandi domande:

Si può cambiare la cultura di un’organizzazione? E, se sì, come si fa?

Per aiutare a rispondere a queste domande—che i nostri clienti ci pongono spesso e su cui esiste molta letteratura—vorrei condividere ciò che in BTS abbiamo imparato negli ultimi 38 anni su ciò che funziona e ciò che non funziona (finora, perché nel cambiamento culturale non si smette mai di imparare).

La buona notizia è che la risposta alla domanda se si possa cambiare la cultura di un’organizzazione è sì.

La difficoltà sta nel rispondere alla seconda: come si fa?

Un progetto? Un’iniziativa?

Un aspetto importante da considerare è che i processi di cambiamento o trasformazione culturale non sono progetti con un inizio e una fine; sono processi in continua evoluzione. Questo spesso genera tensione nelle organizzazioni abituate a un approccio basato sui progetti.

Cosa è critico e spesso viene ignorato?

Esistono diversi elementi che, se considerati e utilizzati correttamente, rendono gli sforzi di trasformazione molto più efficaci. Purtroppo, spesso vengono ignorati.

Questi elementi critici sono:

  • Coinvolgere le persone. Più le persone (a tutti i livelli) sono coinvolte nella trasformazione, maggiori sono le probabilità che implementino i cambiamenti richiesti.
  • Per comprendere il cambiamento, bisogna renderlo tangibile e sperimentarlo. Ciò significa collegare il quadro teorico alle azioni quotidiane. Spiegare il quadro completo con trasparenza è fondamentale.
  • Tutti i cambiamenti portano aspetti positivi, ma anche impatti negativi. Spiegare il quadro completo con trasparenza è fondamentale.
  • Cambiare la cultura richiede tempo e implica identificare e modificare i “mindset” e le strutture quotidiane (simboli) che definiscono come si fanno le cose nell’organizzazione.
  • La cultura deve essere fortemente connessa alla strategia.

Come consigliamo di strutturare i processi di cambiamento culturale?

Il nostro approccio si compone di quattro fasi: definire i risultati, creare leader del cambiamento, incorporare i cambiamenti chiave e sostenere i nuovi modi di lavorare.

1. Definire i risultati

Il primo passo in qualsiasi processo di trasformazione è stabilire risultati chiari. È fondamentale identificare i driver della trasformazione e definire i risultati desiderati in modo da ottenere un vero allineamento a livello esecutivo. Man mano che si procede, è necessario collegare lo scopo e la visione, comprendendo da dove si viene, dove si è e dove si vuole andare. Inoltre, è essenziale collegare la trasformazione agli obiettivi organizzativi.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Raccolta di informazioni (interviste, focus group, visite operative, …)
  • Diagnosi culturali
  • Definizione delle aspettative (Leadership Profiles

2. Creare leader del cambiamento

In BTS crediamo che tutti i leader siano anche leader del cambiamento. Adottare una mentalità da “leader del cambiamento” richiede che i leader sperimentino e vedano ciò che ci si aspetta da loro. Fin dall’inizio è fondamentale promuovere l’azione attraverso il “lavoro reale”, come stabilire nuove priorità e comunicare in modo trasparente ed efficace.

I leader devono essere coinvolti (emotivamente e razionalmente) nel cambiamento e devono capire come possono influenzare la cultura attraverso azioni concrete quotidiane.

Infine, è necessario fornire supporto continuo per i cambiamenti più difficili di mentalità e comportamento e raccogliere feedback su ciò che funziona e ciò che non funziona in questa fase.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Sviluppo di playbook per ruoli critici
  • Implementazione di programmi di leadership e cambiamento
  • Feedback loops con i livelli esecutivi

3. Incorporare i cambiamenti chiave

Per ottenere un cambiamento significativo, è essenziale identificare i modelli mentali attuali e introdurne di nuovi che supportino lo stato desiderato. Creare routine e simboli che rafforzino il cambiamento, così come identificare processi, pratiche, eventi o norme ancorate ai vecchi modi di lavorare, è fondamentale.

Co-creare nuovi modi di lavorare per un’attivazione immediata aiuta a consolidare questi cambiamenti. Con il progresso, modificare sistemi e processi che supportano e rafforzano i cambiamenti è essenziale per il successo a lungo termine.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Coaching per leader
  • Cultural sprints
  • Cascading del cambiamento nell’organizzazione
  • Assessment per misurare i cambiamenti comportamentali

4. Sostenere i nuovi modi di lavorare

Il cambiamento non è solo uno sforzo individuale, ma anche un fenomeno sociale. Per questo è necessario creare reti sociali che supportino i cambiamenti di mentalità e comportamento. Interventi con supporto individuale per ruoli critici e momenti specifici, così come l’integrazione dei nuovi modi di lavorare, garantiscono la continuità del cambiamento.

Infine, è necessario utilizzare i dati per analizzare ciò che funziona e ciò che non funziona, permettendo di definire nuove azioni e interventi.

Alcune azioni rilevanti in questa fase sono:

  • Integrazione dei playbook nel ciclo di talent management
  • Pratica dei nuovi comportamenti con bot basati su IA
  • Creazione di un ufficio per monitorare il cambiamento e definire nuove azioni
  • Creazione e lancio di Comunità di Pratica (CoP)

L’importanza di essere pazienti e impazienti allo stesso tempo

I processi di trasformazione culturale sono tra i più complessi, poiché non esiste una ricetta unica.

Essere strategicamente pazienti (con risultati chiari ed evitando cambiamenti erratici), ma tatticamente impazienti (agendo nelle fasi descritte e adattando in base a ciò che funziona e ciò che non funziona) è fondamentale.

Questo approccio permette di trasformare questi percorsi in esperienze arricchenti per l’organizzazione, e non in processi dolorosi che lasciano cicatrici nella memoria collettiva.

Questo è solo un riassunto.

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